quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz 2009!




O que desejo para todos nós em 2009 é sabedoria. Que todos saibamos transformar tudo em experiência e consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Este pode ser um ano especial, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso.
Pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você!
Pode ser!
E que seja!
Que venha o ano novo!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Nós dois



"O amor só é lindo quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser".

(Mário Quintana)

Os amigos me completam

Achei essa frase passeando pelo blog da Katiuscia:

"Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem"
(Caio Fernando Abreu)

Mas vcs querem saber o que eu penso disso? Eu não acho nada natural as pessoas se perderem. Euzinha fico muito triste quando isso acontece, mesmo sabendo que na vida da gente é assim mesmo. Você se relaciona durante anos com uma pessoa, freqüenta sua casa, cresce junto, conhece pai, mãe, periquito, papagaio, cachorro e vizinho e de uma hora para outra, a vida toma um rumo que afasta vc de alguém querido.

Por exemplo, eu não quero nunca me afastar da minha amiga Bila, ela traz sofisticação e doçura para o meu mundo; A Ka traz o improvável, os questionamentos, A Mirna traz a festa, A Mabel a alegria, a Flora traz o equilíbrio e serenidade, A Suely o sorriso, a Fran sabedoria e inteligência, a Negmy lembranças, a Adriana o carinho, a Vili as risadas e a Lidi o Glamour. Fora a minha família, esse é meu mundo e não consigo ver minha vida sem essas pessoas. Algumas já caminham comigo desde os tempos de escola, outras chegaram depois, mas todas, cada uma com sua característica, tornam minha vida muito mais colorida, cheia de luz e feliz.

Uma receita gostosa

Ingredientes:

Família (é aqui que tudo começa)
Amigos (nunca deixe faltar)
Raiva (se existir, que seja pouca)
Desespero (pra quê?)
Paciência (a maior possível)
Lágrimas (enxugue todas)
Sorrisos (os mais variados)
Paz (em grande quantidade)
Perdão (à vontade)
Desafetos (se possível, nenhum)
Esperança (não perca jamais)
Coração (quanto maior, melhor)
Amor (pode abusar)
Carinho (essencial)


Modo de Preparo:

Nem sempre os ingredientes da vida são gostosos, portanto, saiba misturar todos os temperos que ela oferece, e faça dela um prato de raro sabor.

Prepare sua melhor receita de vida e nunca economize o amor e o "como vale a pena viver"!

* Autor desconhecido

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Olhando para trás

O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história!

domingo, 28 de dezembro de 2008

O luto da global

Interessante como poucas semanas atrás a Suzana Vieira estava disputando a tapa o falecido Marcelo Silva. Quando eu digo interessante é pq o corpo do defunto nem esfriou e a global já ta na boate dançando e diz a imprensa que tocando todas tbm.

Coisa boa é ser chique e famosa, enquanto ela da a volta por cima e se diverte no período de luto os simples mortais choram seus mortos. Claro que eu sei que eles não estava mais juntos, sei também que o falecido já estava até morando com a moça que foi fruto da separação com a Suzana (e diga-se de passagem muito mais bonita e simpática que a global), mas, e o amor? Sim, pq outro dia ela estava amando loucamente esse moço e como ja cantava o Fagner um grande amor não se acaba assim, feito espumas ao vento.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Havaianas

Se alguém me perguntar como, eu não vou saber explicar, mas eu perdi meu par de sandálias havaianas (aquelas que antes de estar nos pés dos chiques e famosos era conhecida por não soltar as tiras e não deformar). Como andar descalça é um costume que não faz parte do meu cotidiano mesmo estando dentro de casa, eu tratava logo de enfiar meus pés nas havaianas de número 43 do meu noivo.

O grande problema é que ele também não gosta de pés descalços, então, era inevitável a briga pela mesma. Ele resolveu o problema comprando uma pra mim, no entanto, eu contínuo com a mania de calçar as dele. Hoje de manhã, eu estava na cozinha, quando lá se vem ele, calçando as minhas sandálias (que nos pés dele estavam minúsculas), olha pra mim e diz: Amor troca de sandália comigo? Quando eu olhei pros meus pés eu estava calçada com as dele, então ele finalizou: Bem que eu pensei em comprar uma havaiana do meu número p vc!

Meus presentes de Natal

Esse ano eu fui uma mocinha muito boa e comportada. Estudei muito, trabalhei mais ainda. Não fui malcriada com os mais velhos nem com os mais novos também. Consegui controlar todos os meus instintos de fazer o mal a quem me fez mal durante o decorrer do ano. E por conta disso, Papai Noel leu minha cartinha de natal e atendeu meus pedidos, trouxe p mim, um amor companheiro, amigo e leal; uma filha mais estudiosa; um pai presente; um avô atencioso; uma mãe prestativa e amigas leais. O que mais posso querer?


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Dedicatória pra Júlia

Hoje eu dei um livro de presente p minha filha. Escrevi na dedicatória a seguinte frase:

Júlia,
Para vc ler e guardar no coração.
Um beijo da Mamãe.

Ela disse p mim q não gostou da dedicatória. Achou muito pequena! Pode?

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Mãe o que eu vou ganhar de presente de natal?

Eu sempre gostei de incentivar o lado lúdico das coisas na vida de minha filha. Para cada dente que caia existia a Fada dos Dentes, pronta para trocar os dentinhos por R$ 1,00 (um real). Na páscoa o trabalho era bem maior, nesses dias eu costumava acordar muito cedo para fazer as pegadas do coelhinho, na intenção de produzir uma espécie de caça aos ovos. E por fim, o natal, onde eu esperava ela dormir para colocar seu presente junto a cama.

No final, todos os esforços para que ela não descobrisse as ‘armações’ valiam a pena, pois o sorriso que iluminava seu rosto, esse sim, não tinha preço. Ainda me lembro como se fosse hoje quando uma pessoa cheia de maldade em seu coração (só isso justifica) contou a minha filha que o Papai Noel não existia. A carinha dela me olhando e me perguntando se era verdade, estava cheia de decepção, pois junto com o Papai Noel, era inevitável que não caíssem em descrença também o Coelhinho da Páscoa e a Fadinha dos Dentes.

Hoje a graça do natal consiste apenas na surpresa de qual presente ela vai ganhar, graça essa, que desde de ontem começou a se tornar tortura, pois ela insiste em saber o que vai ganhar e fica fazendo a mesma pergunta quase que 24 horas por dia: Mãe o que vc vai me dar de presente no natal?

domingo, 21 de dezembro de 2008

Presentes de Natal


Bem que eu queria que minha árvore de natal estivesse assim, lotada de presentes. No entando, hj já é 21 de dezembro e nenhum presente foi comprado. Sorte a minha que as lojas ficam abertas até tarde durante o período que antecede o natal.



Dedicatória

Esta foi a dedicatória que fiz na minha monografia aos meus avós:

Dedico esta monografia ao meu avô José Higino, a quem agradecerei sempre por tudo o que eu conseguir na profissão de jornalista, pois ele é a minha inspiração, referência e meu orgulho. Ele é meu ídolo.

Dedico também à minha avó Mariinha que infelizmente não está mais entre nós para presenciar esse momento, mas se faz necessário agradecer a educação recebida, o exemplo de luta, o amor dedicado que me faz fortalecida até hoje.

É a vocês que eu dedico essa vitória.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Infiel

Eu tô aqui na casa da Fran fazendo a última revisão da minha monografia, antes da tal encadernação de luxo, e um amigo da irmã dela, começou a falar comigo pensando que era a Manu, disse que tinha escrito um poema. Tratei logo de informar-lhe que eu não era a amiga dele, mas pedi que me mostrasse o poema, ele prontamente me enviou e me deixou publicar aqui no blog para compartilhar com vcs. Abaixo o poema intitulado Infiel, de autoria do Luis Ricardo Albuquerque, amigo da Manu:

Não se deixe levar
Por momentos rasos da vida
Pessoas fúteis amar
Seus sonhos escapar

Não dê importância ao banal
Algo que te faça pobre e vil
De importância senil
Que te faça fraquejar

Busque o que sempre sonhou
Algo sólido, com louvor
De relevância mil
E que do seu coração brotou

Não seja infiel, como me tornei
Às coisas importantes e lindas
Aos objetivos e sonhos
Que um dia tanto almejei

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Marcos e Jorge

Monografia concluída e eu devidamente aprovada, gostaria de compartilhar com vocês o carinho com que me receberam algumas pessoas durante o período que precisei colher dados através de entrevistas. Algumas dessas pessoas eu já conhecia desde criança, tendo em vista, terem trabalhado na rádio que era de propriedade da família de meu pai. Outros conheciam meus pais e meus avós, são eles: Romeu Delilo, William Modesto, Nilda Dantas, José Simplício, mas, de todos os que entrevistei o que mais me marcou foi o historiador Marcos Vinícius das Neves.

Marcos é carioca e chegou ao Acre em 1994, ele é um estudioso da história do Acre e sabe contá-la como ninguém. Eu adoro história (quem sabe um dia faço esse curso), principalmente quando é bem contada.

Isso me fez relembrar de um primo que tenho. Ao contrário do Marcos ele é acreano , mas, mora no Rio de Janeiro há muitos anos e por lá se formou em letras/alemão. Sempre que íamos (eu, vovô e vovó) ao Rio, eu costumava passar tardes inteiras ouvindo as histórias ou estórias que ele costumava me contar. Algumas eram dos filmes que ele assistia, outras dos livros que ele lia, eu só sei que quando ele começava a contá-las, sua voz mudava, seus olhos brilhavam, ele olhava para fora da janela, talvez buscando inspiração no Cristo Redentor, que por lá se via de braços abertos e ia narrando as histórias, chegando muitas vezes até mesmo a cantar algumas músicas que faziam parte da trilha sonora dos filmes.

Me lembro que quando eu chegava em sua casa, ele logo me perguntava:

- Você já assistiu ‘tal filme’ Jannice?

-Não.

- Não assistiu? Mas você precisa assistir, você vai adorar a estória, vou te contar como é.

Daí em diante ele começava a me contar, e o incrível era como ele conseguia descrever cada cena, cada personagem, cada pequeno detalhe. O Jorge (esse é o nome do meu primo) é um contador de histórias, desses que nos faz voar através da imaginação e eu sinto saudades dele e das tardes prazerosas que ele me proporcionava.

Mas, voltando ao Marcos Vinícius, ele me fez relembrar o Jorge pq ele também sabe como contar uma história, ele sabe como hipnotizar o ouvinte, ele torna a história empolgante. E o engraçado é que parece que ele nem sabe disso. Esses dias passeando pela página da Biblioteca da Floresta, dei de cara com alguns artigos que ele escreveu e um deles em especial me chamou a atenção, referia-se ao seu encontro com o sertanista Meireles. Assim ele escreveu:

“E, diante de tal personagem, o máximo que consegui foi lhe revelar minha admiração por seu trabalho e meu desejo de um dia poder ouvi-lo contar suas histórias com aquele jeito manso e empolgante que só os melhores contadores de histórias sabem ter”.

O Marcos escreveu o que eu queria ter escrito sobre ele. Pq depois da entrevista, assim como ele, eu só consegui revelar minha admiração pelo seu trabalho. Agora fica o desejo de poder ouvi-lo novamente contar as histórias do Acre, com aquele jeito manso e empolgante que só os melhores contadores de história sabem ter.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Rio Branco - uma cidade que eu vi crescer

Esse texto foi escrito pelo meu avô em novembro de 2008. Retrata bem as mudanças que nossa capital teve antes, durante e depois do governo do Jorge Viana.Quem quiser ler, entre e fique a vontade.



Quem, como eu, conheceu a cidade de Rio Branco há 60 anos atrás, sabe que, naquela época, apesar da sua condição de capital e sede do governo, pouco ou quase nenhuma diferença havia em relação ás demais cidades interioranas, então em número de seis: Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Feijó, Sena Madureira, Xapuri e Brasiléia.

Vivendo em Tarauacá - minha terra natal - por mais de uma vez, no final dos anos 40, tive oportunidade de passar por aqui e constatar que, apesar dos importantes melhoramentos introduzidos, não só nesta capital, como em todo Território, na administração Guiomard Santos, ainda eram bem precárias as condições da cidade no que tange aos aspectos urbanísticos, uma vez que, tirando-se as praças em frente ao Palácio e ao quartel da Polícia Militar, ao tempo Guarda Territorial, nesse aspecto nada mais existia. As ruas eram acanhadas e, à exceção das mais centrais como a Getúlio Vargas ( até a Av. Ceará ), e partes da Epaminondas Jácome, Benjamim Constant, Av. Brasil e Rui Barbosa, a grande maioria não tinha calçamento e, se o tinha, era apenas numa estreita faixa das suas partes centrais. As demais eram de barro, com muita lama no inverno e poeira no verão. A cidade, por sua vez, limitava-se, praticamente, entre as ruas da frente do 2º Distrito, incluindo a 6 de agosto e a Av. Ceará, além dos bairros “ 15 “, Cadeia Velha e São Francisco. Tudo o mais eram casas espaças, em ruas ainda em formação.

Com relação aos serviços urbanos, dispunha-se, durante os anos 60, de um serviço de água cujo líquido era captado no rio Acre e distribuído à população sem qualquer tratamento, e isso – diga-se de passagem - apenas para um pequeno número de residências. A iluminação pública só ia até às onze horas. O transporte era precaríssimo. Até os anos 50, para se ir ao aeroporto (localizado, na época, num dos bairros, hoje, mais populosos de Rio Branco), dispunha-se de duas opções: fluvial, usando-se uma moderna e confortável lancha adquirida no governo Guiomard Santos, ou a camionete do “Português, que mais chovia dentro do que fora. Essa situação só veio melhorar no final dos anos 50, com o surgimento de algumas rurais novas e um número razoável de jipes velhos, construídos com o aproveitamento de partes de outras viaturas, pelo mecânico “Vivi”, todos, sem exceção, dirigidos por motoristas sem habilitação, não obstante com larga experiência no volante, da mesma forma que os próprios veículos, como todos que circulavam no Território, não possuíam o competente registro. Essa situação só veio se regularizar com a instalação do Serviço de Trânsito, no governo Fontenele de Castro, em 1961, cuja direção coube a este articulista.

Vários anos se passaram sem que, todavia, houvesse qualquer tipo de melhoramento no aspecto urbanístico da cidade, que só experimentou alguma mudança, assim mesmo muito timidamente, na primeira gestão do prefeito Adauto Frota, durante o governo Jorge Kalume, quando se deu a abertura de novas ruas e o alargamento e regularização de outras.. Ainda no governo Jorge Kalume veio a ponte metálica, pondo fim ao serviço de catraia, que fazia, até então, a travessia das pessoas do 1º para o 2º Distrito e vice versa.

No governo Dantas, mais uma ponte foi construída sobre o rio Acre, além de outras importantes obras como a Estação de Tratamento de Água, Estação de Passageiros ( aeroporto ), Estação Rodoviária, bem como algumas quadras de esporte, por iniciativa da prefeitura, então sob a direção do Dr. Durval Dantas. Ainda no governo Dantas teve início a utilização de asfalto, beneficiando, no entanto, somente a estrada de acesso à Xapuri, da qual chegou a pavimentar 68 quilômetros, Só no governo Geraldo Mesquita, então, é que as ruas da cidade começaram a receber esse benefício, começando pela Av. Epaminondas Jácome, na Cadeia Velha.

A população crescia, no entanto, a uma taxa nunca imaginada, ao mesmo tempo que o êxodo rural, provocado pela chegada do boi, em substituição a atividade gumífera, causava uma verdadeira inchação da cidade, com a ocupação irregular e desordenada da sua periferia pelos grandes contingentes de egressos dos seringais que, diariamente, chegavam a Rio Branco. O surgimento dos conjuntos habitacionais, por outro lado, passaram, rapidamente, a ocupar grandes áreas, que antes eram pastos e foram transformados em ruas, fazendo com que a cidade se alastrasse em todas as suas direções. A vida das pessoas, contudo, só se deteriorava, enquanto o sentimento de amor à terra parecia não mais existir. Rio Branco era, em fim, uma cidade mal estruturada, sem nenhum encanto e onde as pessoas não se sentiam bem. Os políticos se sucediam nos cargos e tudo continuava na mesma. Urgia a necessidade, portanto, de alguém com maior e melhor visão administrativa para cuidar dos destinos desta terra.

Surge, enfim, com Jorge Viana, uma nova e promissora era para o Acre. E graças as grandes transformações por ele introduzidas e, com muita competência, continuadas por seus sucessores, a cidade tem, hoje, foros de uma capital verdadeiramente moderna, com largas avenidas, praças e jardins bem ornamentados, que revigoraram e embelezaram a parte mais antiga da cidade, dando mais condições de lazer e bem-estar para o povo. As estradas, por sua vez, além de uma boa pavimentação, são bem estruturadas. Rio Branco é, atualmente, uma cidade com grandes atrativos, não deixando a desejar, em relação a muitas outras capitais de nosso país. A população, finalmente, tem do que se orgulhar, além de motivos para ter o seu sentimento de amor à terra revigorado, com reflexos altamente positivos na sua própria auto-estima, o que me leva a dizer: Rio Branco, apesar de todos os percalços, em 60 anos tu rejuvenescestes, enquanto eu só envelheci.

* José Higino de Sousa Filho, é advogado, ex-secretário de planejamento do governo Wanderley Dantas, dirigiu durante mais de 20 anos o SESI e o SENAI/AC e atualmente trabalha como assessor no Serviço Nacional da Indústria-SENAI/Acre.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Para Thata

Hoje fui abrir meu e-mail e vi que havia um comentário sobre uma postagem no meu blog sobre o aniversário do meu avô. Quem fez o comentário covardemente se escondeu no anonimato e assinou com o apelido de Thata. Abaixo o comentário:

"Meu Deus quem que saber o aniversario do teu avô e meu q blog porcaria não tem nada com nada fala de alguma coisa que alguém queira saber meu....nada contra teu avô nem conheço Deus me livre fala mau de uma pessoa q nem conheço mas gostei mas fala de outra coisa não vi nada q me chamou atenção...bjokssss Thata.."

Minha opinião:
Thata seu apelido é muito fofo, no entanto não combina com a agressividade que vc transmite. 1) Bom, quanto ao aniversário do meu avô é necessário explicar (exclusivamente para vc) que ele é uma pessoa muito importante na minha vida, não somente pelos laços de sangue que nos une (e garanto que se vc tivesse amor a sua família saberia o que isso significa), mas também pelo exemplo de ser humano que ele é; 2) Quem passa por aqui vem por que quer, se não gostar tem toda a liberdade para não voltar mais, por isso, se vc não gostou, pode sumir que prometo não ficar triste nem entrar em depressão. No entanto Thata, talvez vc não saiba, mas, os interesses das pessoas são diferentes, enquanto uns gostam de vinho outros apreciam cerveja, enquanto tem quem goste de carne há quem só coma peixe, portanto realmente meu blog pode não ter nenhuma coisa interessante para você e isso não me preocupa; 3) Talvez Thata, você não tenha gostado do meu blog pq aqui existem virgulas, pontos e acentos, coisa que vc parece não saber como usar, aliás, para sua informação quando falamos mal de uma pessoa, falamos com ‘L’ pq é sinônimo de bem e não com ‘U’ como vc escreve. Existem outros erros gramaticais grosseiros que não vou ficar aqui corrigindo para vc, pq sua professora de português é outra, no entanto, tenho certeza que meus poucos leitores, inteligentes que são, saberão identificá-los perfeitamente no seu texto, por fim, existem muito mais sinais de pontuação do que somente os três pontos que vc usa, então, da próxima vez que vc entrar num blog só p agredir o blogueiro, agrida cumprindo as regras gramaticais.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Mais vale um bêbado inteligente do que um alcoolatra anônimo

Dizem que aconteceu em Minas Gerais , em Ubá, cidade onde nasceu o genial Compositor Ary Barroso.
Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de laranjas.
Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente.
Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:
'Tudo bom, Cabeçudo'?
O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele.
Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora.
A família da vítima era rica; a do Cabeçudo, pobre.
Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas.
Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de 'Zé Caneado', advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre.
Pois não é que o 'Zé Caneado' aceitou o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca!
Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele repetiu:
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:
- Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.
Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
E o promotor:
- A defesa está tentando ridicularizar esta corte!
O juiz:
- Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos...
Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:
- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.
O juiz não aguentou:
- Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.
Foi então que o Zé Caneado disse:
-Senhoras e Senhores jurados, esta Côrte chegou ao ponto em que eu queria chegar...
Vejam que: se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, todos perdem a paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão...., pensem então na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo!
Cabeçudo foi absolvido e o Zé voltou a tomar suas cachaças em paz.
Mais vale um 'Bêbado Inteligente' do que um 'Alcoólatra Anônimo!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Fotos

As fotos são no casamento da Vili e do Marquinhos.
Só não tem fotos com os noivos,
mas, com o resto dos convidados...







quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Ausente

Estarei ausente (mais do que estou) por alguns dias, devido ao prazo de entrega da minha monografia. Agora é necessário focalizar todo e qualquer tempo livre para colecionar ácaros e outros germes no nariz, nas mãos e no pescoço, devido ao manuseio de jornais antigos, alguns com mais de 40 anos de idade, em busca de informações que recheiem minha monografia. Por isso, peço desculpas a todos os meus leitores, mas justifico que é por uma boa causa!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Meu primeiro Meme

E tô eu nesse 'fufoco' louco que é a vida, equilibrando muitos pratos e fazendo o possível para não deixar cair nenhum, tentando conciliar monografia, trabalho, crepe e política quando recebi esse Meme da Fran. Nunca tinha recebido nenhum, tô emocionada!!

*Quatro trabalhos que tive em minha vida:
Trabalho é o que mais tive na vida. Meu primeiro emprego foi em uma escola infantil como professora, depois trabalhei no SENAC (meu primeiro e até agora único emprego de carteira assinada), depois voltei a dar aulas até ser convidada para trabalhar no Ministério da Agricultura, de lá fui parar na penitenciária digitando documentos, passei por outros lugares que não me adaptei muito bem e hoje trabalho na Secretaria de Saúde do meu estado.

* Quatro lugares em que vivi:
Eu sempre morei aqui em Rio Branco.

* Quatro Programas de tv que assistia quando criança:
Daniel Azulai, Sítio do Pica-Pau Amarelo, Balão Mágico e os Smurfs.

* Quatro programas de tv que assisto:
Assistir TV tem sido raro ultimamente, mas quando tenho tempo assisto séries que passam na Sky.

* Quatro lugares em que estive e voltaria:
Penedo, Buzios, Maceió e Peru.

* Quatro formas diferente que me chamam:
Neta, Filha, Mãe e Meu amor

* Quatro pessoas q te mandam correios quase todos os dias:
Acho que a Solange vale pelas quatro

* Quatro comidas favoritas:
Pizza, sanduíche, bobó de camarão e caldeirada de peixe

* Quatro lugares em que gostaria de estar agora:
Holanda, Paris, Buenos Aires e Rio

* Quatro coisas que espero que esse ano eu possa:
Não quero muita coisa, mas, assim como o rei Roberto Carlos, eu quero continuar em paz com a vida e com o que ela me trás, pq se chorei ou se sorri o importante é que emoções eu vivi.

* Quatro amigos para responder:
Fred, Claudinha, Giselle e Nine


terça-feira, 16 de setembro de 2008

Me abraça-me

Eu se fosse a Sandy também não convidaria para meu casamento uma pessoa que vai a rede nacional cantar ME ABRAÇA-ME. Não importa se quando crianças freqüentávamos os mesmos lugares e se nossos pais são amigos. Pq ou vc me abraça ou abraça-me, mas, ME ABRAÇA-ME? Essa é demais! Por isso eu me solidarizo a Sandy e não convido a Vanessa Camargo para o meu casamento. Se vc assim como eu e Sandy tbm morre de vergonha cada vez que vê a Vanessa Camargo fazendo caras e bocas p cantar ME ABRAÇA-ME, junte-se a nós nessa campanha e não convide ela para o seu casamento. Como diz minha amiga Fran: Prontofalei! Beijosenãomeliga!!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Minha primeira bicicleta

Meu avô sempre gostou de comprar coisas de marca. Ele acredita que elas são melhores e duram muito. Durar muito na língua dele, significa, ser eterno. Foi assim com o liquidificador, com o fogão, com o carro e não poderia ser diferente com a minha primeira bicicleta. Só p vcs terem uma idéia, ele passou 25 anos com um carro, teve apenas três fogões em toda a sua vida e o aparelho de som dele tem mais ou menos uns 15 anos.

Mas, voltando ao assunto da minha primeira bicicleta, eu me lembro que a última moda em bicicleta era a Caloi Ceci, aquela que vinha com uma cestinha. Ela era top entre as meninas da época. Um belo sábado, meu avô e minha avó me intimaram a ir a uma loja chamada Ronsy para comprar minha bicicleta. Eu fiquei muito feliz, afinal, eu teria minha própria bicicleta e um campo de futebol p pedalar (nessa época ele trabalhava no SENAI e era comum alguns dias ele me levar para lá, enquanto minha avó fazia aulas de artesanato no SESI).

Quando chegamos à loja, ele se dirigiu ao vendedor e pediu uma Monark. Eu ainda tentei argumentar dizendo que todas as minhas amigas tinham uma Ceci (e cor de rosa), mas, ele disse que bicicleta boa, era Monark, pois, durava muito. Então, um tanto resignada voltei para casa com minha monark vermelha e uma cestinha improvisada pelo meu avô. Na cabeça um só pensamento: Pra quê uma monark que dure se daqui a pouco eu vou crescer e ela vai ficar pequena pra mim? E lá se foi eu pelo gramado do SENAI, pedalando uma Monark vermelha com uma cestinha fixada no guidon.


sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Um olhar distante

Sentada em um banco do calçadão, Bela observava o movimento das pessoas. Algumas com pressa, outras nem tanto. De repente, não menos que de repente ela avistou Eduardo. Ele caminhava lentamente. Parecia que vinha contando os passos. Caminhava tão distraidamente que tomou um susto ao ver a figura de Bela sentada logo depois da curvinha. Justamente no mesmo banco onde costumavam passar horas namorando.

A princípio, ambos não sabiam se cumprimentavam ou se fingiam que não tinham se visto. Nessa indecisão passaram algumas frações de segundos, mas, que para ambos, pareciam intermináveis horas.

Eles se olharam, mas um olhar distante, como se não se conhecessem. Nenhum sorriso, nenhuma palavra. Entre o burburinho dos transeuntes e o barulho do mar, as alegrias e o carinho compartilhados pareciam nunca ter existido.

Ela então começou a lembrar dos beijos e abraços que costumavam trocar, ficou tão aérea pensando no término do namoro que nem viu que seu namorado se aproximava. Ao ser beijada, despertou de seus pensamentos e sorriu, mas, sorriu triste, pois, no fundo sabia que ainda amava Eduardo.

* Jannice Dantas

terça-feira, 26 de agosto de 2008

'Fufoco'

De julho para cá ocorreram algumas mudanças no meu mundo acadêmico. Ha dois meses atrás eu estudava em uma faculdade localizada as margens do Parque da Maternidade e bem próxima da minha casa, coisa de cinco minutos de carro.

Hoje, após um grupo de ensino superior comprar minha faculdade, fomos transferidos para uma cidade universitária. E essa é a parte boa de tudo. Pq lá temos uma grande estrutura ao nosso dispor. A praça de alimentação mais parece uma praça de shopping, as salas são novas, cadeiras acochadas, ar-condicionado funcionando, enfim, toda a regalia. Porém, para se chegar a essa regalia toda é necessário passar por um longo e tortuoso caminho.

Ontem sai de casa às 18:30 achando que tava saindo super cedo. Que nada! Peguei um engarrafamento, antes da FIRB, gastei mais de meia hora da minha casa até a faculdade. Chegando lá, não encontrei vaga dentro do estacionamento, atropelei uma placa, tive que estacionar do lado de fora da faculdade, caminhei mais de 10 minutos até chegar à porta da sala de aula, tendo que subir dois andares de escadas que infelizmente não eram rolantes e enfim constatar que haviam transferido minha turma de sala, mas não tinha nada na porta indicando isso.

Sem setas para seguir ficou meio difícil adivinhar o novo local, até pq meus super poderes de adivinhações apresentaram defeito justamente na segunda-feira (deve ser pq afinal segunda é o dia nacional da preguiça), sendo assim, resolvi telefonar para o secretário da coordenação que me informou que estava de férias e nada podia fazer. Resolvi então, parar na porta da sala e pedir a todos os colegas que chegavam para abrir a porta e conferir se realmente não era a nossa sala. Minha intenção era mesmo incomodar a turma que lá estava e que nada tinha com nosso problema, para que alguém reclamasse na coordenação. (hihihi)

Bom, 20 minutos atrasada (mesmo tendo saído de casa cedo), finalmente consegui entrar em sala de aula e ver que nova brincadeira já estava para começar. Depois da brincadeira de esconde-esconde, agora estava chegando a hora de fazer a dança das cadeiras. Tratei logo de sentar e colocar toda a minha bagagem em uma cadeira ao lado, para que minha amiga Francielle, que a essa altura, rodava igual peru em véspera de natal atrás de um lugarzinho que fosse p estacionar seu carro, chegasse.

Finalmente muito bem instaladas assistimos a um documentário excelente sobre a preservação de quelônios e depois retornamos a fim de encontrar nossos carros, que claro, não lembrávamos onde tínhamos largado. Foram mais 20 minutos de caminhada até o carro e juro a vcs que só às segundas-feiras eu queria ter uma moto (e claro, saber guiá-la), para não precisar passar por esse “Fufoco”.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Relacionamentos

Recebi esse email da minha amiga Karine. Adoro o Jabor. Adoro a maneira como ele escreve. Adoro seus textos. Adoro sua visão bem humorada das coisas. Abaixo o texto, LEIAM:


Relacionamentos
(Arnaldo Jabor)

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
- 'Ah, terminei o namoro... '
- 'Nossa, quanto tempo?'
- 'Cinco anos... Mas não deu certo... Acabou'
- É não deu..?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... E se o beijo bate... Se joga.. Senão bate... Mais um Martini, por favor... E vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra..
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.

Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.

E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim... Quem disse que ser adulto é fácil?

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Pesar

Acabei de saber do falecimento da Dra. Tapajós. Mulher de fibra e coragem. Lutou muitos anos contra um câncer. Dra. Tapajós era juíza e atuou muitos anos na Vara da Infância e Adolescência. Era referência quando o assunto era criança e adolescente. Eu a conheci há muitos anos atrás, quando eu estudava no Meta e fiquei amiga de um de seus filhos. Com certeza ela fará muita falta.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Não é piada

No final do ano passado eu deixei o número do meu telefone em uma loja de roupas íntimas para que me telefonassem assim que chegasse um modelo de sutiã que eu estava querendo. Sete meses depois, meu telefone toca, atendo e uma moça do outro lado da linha se identifica como sendo funcionária da loja e diz que o sutiã que eu queria chegou. Prá falar a verdade eu não me lembrava muito bem qual era o tal modelo, afinal, sete meses não são sete dias, mesmo assim resolvi ir até a loja. Afinal se há sete meses eu queria comprar, com certeza tbm iria querer comprar agora. Na época deixei além do número do telefone, o tamanho que visto e tbm o modelo que eu queria. Agora vamos ao diálogo e vcs tirem suas próprias conclusões.

- Oi, vcs me telefonaram dizendo que chegou um sutiã que eu tava querendo. Meu o nome é Jannice.

- Isso, nós ligamos.

- Ok, eu gostaria de ver.

(momento de espera...)

- Mas esse é pequeno, eu quero um tamanho 44.

- 44 nós não temos.

- Hã?

Emoções

Sinto tanto que eu só tenha vindo a conhecer um pouco de Dorival Cayme agora que ele faleceu (e justamente pelo fato de ele ter falecido). Claro que eu sabia que existia um cantor e compositor que se chamava Dorival Cayme, também tinha conhecimento de seus filhos (que ao que parece são todos cantores) e de algumas de suas músicas. Mas, me apaixonei por ele quando soube que ele teve um único grande amor e com ele se casou e teve filhos. Construiu sua vida ao lado desse amor e foi por ele que Dorival lutava ferozmente contra um câncer há muitos anos. E foi justamente a ausência desse amor que o levou a desistir da vida. Sua esposa entrou em coma e ele não suportou a saudade. Parece estória de cinema.

***

Comoção total com o Diego Hipólito. ‘Tadinho’. Treinou tanto. Teve que fazer uma cirurgia conseguiu se recuperar e ai, bem na hora final da apresentação ele cai. A cara dele de frustração e choro me emocionou muito e junto com ele eu chorei.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Sábio conselho

Esse email já passou por minha caixa postal várias vezes. Todas elas eu li e depois apaguei. Hoje resolvi fazer diferente e vou compartilhar com meus poucos leitores, alguns, amigos de longas jornadas outros de curtas caminhadas e ha também, aqueles que não conheço mas que por força do google passam por aqui. Leiam:

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre avida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles, faça coisas com eles; telefone para eles...

Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos.

Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida.

Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:

O Tempo passa. A vida acontece. A distância separa. As crianças crescem. Os empregos vão e vêem. O amor fica mais frouxo. As pessoas não fazem o que deveriam fazer. O coração se rompe. Os pais morrem. Os colegas esquecem os favores. As carreiras terminam. MAS, os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês. Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Acesso livre

Em cidade pequena acontece cada coisa que parece duas. No mês de julho Rio Branco respira o mundo country. Durante oito dias o assunto da cidade é a EXPOACRE, uma espécie de feira de agronegócios. Quem não montou sua barraquinha, está fazendo bico ou passeando por lá durante esse período.

Uma cavalgada marca a abertura da EXPOACRE. Nessa cavalgada cada comitiva se prepara para ser a melhor. Além dos tradicionais cavalos também vão muitos caminhões, transportando algumas das comitivas. Cada comitiva faz sua camisa para diferenciá-la das demais. Para isso o componente paga um valor que também está embutido o preço das cervejas, da alimentação, do aluguel do caminhão, do som, da decoração, enfim...

Ocorre que uma certa pessoa que faz parte da imprensa local, se sentiu ofendida ao ser solicitado que ela se retirasse de um desses caminhões pq não havia pago o valor que todas as demais pessoas dentro do caminhão haviam pago.

Comentários rolaram dos quatro cantos da cidade. Alguns sem pé nem cabeça:

1) Aquilo era uma festa pública, ela não poderia ser expulsa do caminhão.

Meu comentário é o seguinte: Aquilo realmente era uma festa pública, mas, FORA do caminhão pra lá. DENTRO do caminhão é outra estória, só entra quem paga.

2) Ela é da imprensa, poderia ficar.

Minha opinião: Só aqui no Acre mesmo que imprensa tem acesso livre. Nas outras cidades do Brasil ela só entra quando é convidada. Além do mais, pelo que sei não se bebe em trabalho e a tal pessoa já estava tão à vontade dentro do caminhão que já estava até tomando umas latinhas de cerveja (que, aliás, diga-se de passagem , ela fez ‘questão’ de pagar, mas o que a pessoa não entendeu é que nesse caminhão não se vendia cerveja, as cervejas eram dadas a todos os membros que pagaram 80 reais pela camiseta, que aliás era essencial para se estar lá dentro, coisa que a pessoa da imprensa não tinha, mas se achou no direito de usufruir justamente por ser da imprensa. Desse jeito eu to bem na fita pq final do ano estou me formando em jornalismo, logo os eventos culturais não mais abalarão meu bolso.

Gente, vcs acreditam que isso gerou até notinha em coluna social? Bem fez a diretoria dessa comitiva que deu calado como resposta.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Buááá

Tbm ganhei selinho do Fred, mas continuo sem conseguir postar aqui. Breve colocarei p vcs verem.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

A vida é uma roda-gigante

Eu sei que quem se disponibiliza a ter um blog automaticamente se dispõe a atualizá-lo com freqüência. E eu juro que esse era meu plano até que minha vida deu um giro de 360 graus. Aliás, a vida da gente é sempre assim, de repente tudo muda. Aquele amor que vc jurava não viver sem ele já era; aquela roupa que vc achou o máximo se apertou financeiramente e comprou, já saiu de moda; aquele celular de última geração que custou mais de mil reais agora está em promoção de duzentos e noventa e nove reais.

A vida da gente é feita de momentos. Momentos alegres e tristes. Esses momentos se juntam e deles tiramos todas as nossas experiências de vida. Alguns nos mostram que nem mesmo o tempo é capaz de mudar pessoas egoístas, outros nos mostram que a dor amadureceu alguém e assim vamos levando a vida. Feliz aqui, surpreso acolá, triste lá, decepcionado ali.

E de repente em alguma esquina nos perdemos de alguém querido e quando novamente nos encontramos o tempo passou demais, passou tanto que já não temos mais tanta intimidade, já não temos mais vontade de conversar, de sairmos juntos. Nossos filhos já cresceram e cresceram separados. Já não existe mais o carinho e a amizade de outrora.

Mas, nossos caminhos são traçados por nós mesmos e não adianta se arrepender no futuro e querer voltar atrás pq isso o tempo não permite.

O grande Chico Buarque consegue descrever muito bem essa roda-gigante que é vida em sua música Roda-Viva. A letra foi escrita no auge da ditadura militar (época em que os sonhos eram cortados) para uma peça teatral escrita tbm pelo próprio Chico e que levava o mesmo nome da música. A peça ficou famosa por fazer apologia da volta a liberdade e foi apresentada ao público no ano de 1968 através de seu LP "Chico Buarque de Holanda Vol 3".

"Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mais eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
No volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a viola pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a saudade pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração"

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Beleza e inteligência

Depois dos meus 15 anos eu comecei a ficar digamos assim um tanto fofinha. De lá pra cá, sempre travei uma luta constante com a balança. Passo alguns meses do ano tentando emagrecer e outro comendo feito uma desesperada.

Mas mesmo sendo gordinha sempre me aceitei bem. Não virei aquela pessoa compulsiva em mostrar uma bela imagem aos outros. Eu sempre gostei mesmo foi de conteúdo e na verdade acho que bem no fundo eu sempre achei que meu par me escolheria não pela embalagem, mas pela qualidade do produto que eu apresento.

Até pq beleza também envelhece. E quando envelhecer o que fica? Fica somente a soma de nossas experiências, a maneira como tratamos os outros, as decisões que tomamos na vida. Pq a beleza essa vai embora com o tempo.

Sei de casos incríveis do que as pessoas são capazes de fazer para possuírem um corpinho desses estipulados pela mídia. 1) Tomou remédio p emagrecer e sofreu parada cardíaca. Morreu em seguida; 2) Fez lipo. Teve problemas na hora da cirurgia. Ta vegetando até hj; 3) Engordou p poder fazer a cirurgia de redução no estomago. Ficou anoréxica.
Claro que se eu ficasse aqui numerando casos poderíamos passar dias e dias na frente do PC, mas esse não é o caso. E tbm quero deixar bem claro que não tenho nada contra essas pessoas.

Mas um conselho quero dar a elas: Procurem se cercar de conhecimento também, pq nem só de beleza vive o homem. E quando digo homem, estou me referindo ao ser-humano. De que adianta um corpinho bonito, e uma insegurança que dói na alma? Ou mesmo, corpinho bonito e diálogo zero?

Só p atualizar

Tô frustrada. Ganhei selinho da Fran e onde estou acessando a net, não consigo postar imagem. Vai saber pq?! De repente eu virei loura de vez ou o negócio por aqui ta desconfigurado mesmo!

***

A gripe ta querendo me pegar com força. Por enquanto ainda estou conseguindo brincar de esconde-esconde com ela, mas não sei até quando isso vai durar. A noite foi péssima, tosse pra lá,tosse pra cá...levanta...bebe água...tosse pra lá, tosse pra cá...levanta...toma remédio...E quando dei por mim já eram seis horas da manhã.

***

Ultimamente tenho tido muitos momentos de inspiração, várias postagem surgem na minha mente, mas sempre em ocasiões onde estou longe do meu PC. Tento guardar a idéia até que eu consiga me aproximar dele, mas isso é somente uma doce ilusão, pq afinal de contas eu tenho sérios problemas quando o assunto é lembrar.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Só hoje

Hoje me bateu uma saudade do banho de chuveiro depois de uma manhã de banho de mar. Saudade daquela sensação da água salgada sendo lavada e levada pela água doce. Saudade das caminhadas até a praia. Do calor do sol queimando a pele. Saudade de mergulhar no mar, de pular ondas, de ir ao cinema a pé. Saudade da família que ta distante. Saudade da despreocupação e da descontração que as férias nos proporcionam.

Hoje me deu vontade de comer sanduíche do Bob’s, ir ao Tivoly Park, tomar Sunday do Mc’Donalds, patinar no gelo artificial, andar de ônibus, metrô e bicicleta. Passear pelo shoping até cansar. Me deu vontade de acordar sem me preocupar com o horário que entro no trabalho, com a roupa que preciso vestir, com as contas que tenho que pagar.

Hoje me deu vontade de reviver tempos vividos, ir a lugares que nem existem mais, conhecer outros que ainda existirão. Viajar pra lugares que nunca fui e voltar a lugares que sempre vou. Enfim, hoje acordei com vontade de estar de férias.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

É tudo nome de anjo

Não sou uma pessoa muito ligada em decorar nomes. Embora eu ache isso uma coisa muito importante, afinal, todos nós gostamos de ser tratados pelos nossos nomes. E tem coisa pior do que alguém que fala ou escreve teu nome errado?

Eu mesma sou vítima desse erro várias vezes ao dia. E olhe que meu nome nem é tão difícil. Mas sempre tem alguém pra me chamar de JENICE, JANINE e por ai vai...

Escrever meu nome correto nem se fala. Mamãe fez uma confusão danada com papai só pq ele me registrou JANICE e não JANNICE como ela queria, resultado: ele teve que voltar ao cartório e acrescentar o outro N.

Por conta desse trabalhão que ele teve, eu não abro mão de que escrevam meu nome com NN. E tem mais, fico indignada quando amigos próximos escrevem apenas com um N só.

E aqueles que passam pelo orkut, onde tem escrito corretíssimo JANNICE e ele vai e deixa um recado super fofo mas assim: "Oi Janice...". Poxa, nem presta atenção no que tá escrito né?

Mas toda essa introdução é só pra contar um fora que eu dei certa vez justamente com o nome de uma pessoa.

E senta que lá vem estória.

Quando eu ainda cursava o antigo segundo grau, eu estudava com um rapaz que era muito amigo de uns primos meus. Logo, quase sempre nos encontrávamos pela casa de minha tia. Nós já estávamos estudando juntos ha uns seis meses quando certo dia eu chamei por ele em voz alta dentro da sala de aula. Só pra vcs se situarem, eu estava no fundão e ele ao lado da mesa do professor. Logo, tivemos a sala inteira como testeminha. Vamos ao diálogo:

Eu: Gabriel
Ele: (mudo e de costas)
Eu: Gabriel
Ele: (silêncio total e ainda de costas)
Eu: Ô Gabriel, eu to falando com vc!
Ele: (lança aquele olhar 43) Vc ta falando comigo?
Eu: (cheia da razão) Tem outro Gabriel aqui na sala?
Ele: Meu nome é Rafael
Eu: (muda, silêncio total)
Foram necessários alguns minutos para eu raciocinar e soltar uma gracinha pra tentar descontrair:
- Bom, é tudo nome de anjo mesmo!

Perguntas: Será que eu era tão má aluna que não prestava atenção nem na chamada? Sim, pq a cada aula dada era feita uma chamada e como eu nunca percebi que não tinha nenhum Gabriel na sala? Vcs imaginam quantas vezes eu chamei esse rapaz de Gabriel? Não? Nem eu! E pq cargas d’água só nesse bendito dia ele resolveu me dizer que o nome dele era Rafael? Queria me constranger na frente dos nossos colegas pra me fazer pagar pelas vezes que o chamei de Gabriel?

Um dia de merda

Dizem que esse texto é uma obra de Luis Fernando Veríssimo sobre a 'obra veríssima' que ele fez numa viagem para Miami. Eu conheço algumas boas estórias como essa. Vou providenciar a autorização dos autores da situação um tanto quanto inusitada para compatilhar aqui com vcs. Agora é lê e se divertir.


O QUE É UM PEIDO PRA QUEM TA CAGADO?


Aeroporto Santos Dumont, 15:30.

Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.

Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.

'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30'.

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:

'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'

'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'

O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.'

Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação anus a qualquer momento.

Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.

O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.

Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume
almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.

Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.

Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.

Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:

'Cara, caguei!'

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.

'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei.

'Pior que isso não fico'.

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.

Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de
contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado...

Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto.

Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.

Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.

A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.
Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos
estavam nota 3, numa escala de 1a 10. Teria que improvisar.

A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.

A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.

Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: 'Nada, obrigado.'

Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...

Luis Fernando Veríssimo (verídico).

domingo, 13 de julho de 2008

Espelho


"A vida é como se fosse um grande espelho:
devolve a cada pessoa
o reflexo de seus próprios pensamentos,
crenças e entusiamos".
* Desconheço o autor

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Bom diaaa!

Esse negócio de cobrar educação do outro é muito interessante. Lá onde eu trabalho as pessoas reclamam de alguns chefes que não dão bom dia. Porém, comigo as coisas acontecem ao contrário. Sempre que eu chego eu vou distribuindo ‘bons-dias’ (nem sei se o plural correto é esse) para todos que encontro pelo caminho até chegar na minha sala de trabalho. No entanto, são poucas as pessoas que me respondem. O engraçado é que são justamente essas pessoas que reclamam dos chefes. Como pode?

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Maria Fernanda, Carol e João

Fuçando daqui e dali, encontrei um site que basta vc enviar a foto do casal que ele fornece uma foto simulada dos filhos que poderão nascer. As fotos são de crianças de 10 meses de idade. Eu não resisti e tratei logo de mandar uma foto minha e do meu noivo. Dessa experiência nasceram três filhos, sendo duas meninas e um menino. No começo eu me assustei um pouco com as crianças, mas mãe é tudo coruja mesmo, logo me apaixonei. Confiram abaixo as fotos da Maria Fernanda, da Carolina e do João.


Maria Fernanda


Carolina

João

terça-feira, 1 de julho de 2008

Três coisas que deterioram a vida

Orgulho, arrogância e a soberba.

Três coisas definitivas para a vida

Tempo, palavras e oportunidade.

Três coisas para nos fazer rir

MARIDO VAIDOSO

O marido vaidoso compra um sapato novo.
Chega em casa e fica andando pra lá e pra cá e nada da mulher perceber sua nova aquisição.
Para chamar a atenção ele resolve tirar toda roupa.
Completamente nú, ele aparece novamente andando pra lá e pra cá. A mulher finalmente pergunta:
- Ficou doido? O que você faz andando pra lá e pra cá, com esse pinto pendurado à mostra?
O marido aproveita a oportunidade e responde:
- É que ele está olhando para o meu sapato novo.
E ela retruca:
- Por que você não comprou um chapéu?

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BÊBADO E A DAMA DE PRETO

Começou a música e um bêbado levantou-se cambaleando e dirigiu-se a uma senhora de preto e pediu:
- Hic... Madame, me dá o prazer dessa dança?
E ouviu a seguinte resposta:
- Não, por quatro motivos:
Primeiro, o senhor está bêbado!
Segundo, isto é um velório!
Terceiro, não se dança o Pai Nosso!
E quarto porque 'Madame' é a puta que o pariu! Eu sou o padre!

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LOuRA

Uma loura chegou com seu carro novinho numa loja de acessórios e disse pro Vendedor:
Quero instalar um pára-raios no meu carro.
E o vendedor explicou:
Olha, eu nunca ouvi falar nesse equipamento pra veículo. Por que é que você quer instalar um pára-raios no seu carro?
E a loura:
- Heloooooooooouuuuuuuu! Nunca ouviu falar de seqüestro relâmpago não, ô desinformado?

quarta-feira, 25 de junho de 2008

O mar

Era fim de tarde. Cecília estava sentada contemplando o mar. Ela sempre fazia isso. Adorava ficar olhando as ondas indo e vindo. Gostava do seu canto. Gostava de molhar os pés em suas águas. O mar sempre esteve presente em sua vida. Era com ele que ela compartilhava os momentos alegres e tristes.

Hoje, olhando aquela imensidão azul, ela pensava em Adolfo. Em como era bom estar em seus braços. Lembrava dele e de tudo nos mínimos detalhes. A maneira como ele a abraçava quando terminavam de fazer amor. De seus beijos. Do seu olhar.

Cecília pensava em como os momentos ao lado de Adolfo tinham sido maravilhosos. Tão maravilhosos que mesmo passados cinco anos, ela ainda não o havia esquecido. Nem mesmo João, seu noivo, homem de bom coração e de vida financeira tranqüila, conseguiu tirar esse amor de seu peito.

Ela olhava a aliança de ouro em seu dedo e imediatamente a imagem de Adolfo surgia em sua mente. Cecília sentia-se culpada por não conseguir se entregar ao amor de João. Não conseguia sentir sabor em seus beijos, nem mesmo calor em seus braços. Era como se o estivesse traindo.

Adolfo casara-se e de seu casamento nasceu a pequena Mariana. Desde que terminaram nunca mais se viram. Optaram por isso, para que conseguissem esquecer um do outro. Nesses anos, muitas coisas mudaram, talvez até o amor de Adolfo por Cecília, porém o coração dela ainda era o mesmo. Batia por ele. E nessa tormenta ela seguia, compartilhando com o mar a sua angustia.

terça-feira, 24 de junho de 2008

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Ui...


Frase do dia

O destino decide quem vc encontra na vida,
as atitudes define quem fica!

terça-feira, 17 de junho de 2008

Eu, Murilo Rubião e nossos contos

Eu e Murilo Rubião temos duas coisas em comum. A primeira é gostar de escrever contos e a segunda é a de estar sempre relendo os textos e muitas vezes aperfeiçoando-os. Eu adoro ler e reler meus textos e sempre que faço isso encontro algo que pode ser escrito de forma diferente ou mesmo que precisa ser consertado, pois tem problemas de digitação ou até mesmo de concordância.

O Murilo Rubião é autor de diversos contos que trazem como marca principal situações inexplicáveis, surreais, características do chamado realismo fantástico. Entre eles O pirotécnico Zacarias e o Convidado.

Em seus contos, tais situações servem de metáfora aos absurdos e aos dramas da existência humana.

Eu não escrevo realismo fantástico. Eu gosto de escrever mesmo é sobre o dia-a-dia, sobre a vida real, sobre o que machuca ou o que alegra. Meus contos só servem de metáforas para meus próprios dramas ou de pessoas que estão a minha volta.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A morte ainda me choca

Mesmo sabendo que a única certeza da vida é a de que todos vamos morrer, a morte ainda me choca!

Ontem no final da tarde fui tomar um tacacá e percebi que a foto de um rapazinho que sempre me atendia estava pregada de forma que todos os clientes pudessem ver.

O fato da foto e não do rapaz estar lá me chamou a atenção. Fui me informar e me disseram que ele havia falecido em um acidente.

Eu não tinha intimidade nenhuma com o rapaz, não sei nem seu nome, mas passei o resto do dia pensando nisso, um rapaz tão jovem, cheio de vida...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

sábado, 31 de maio de 2008

Aniversário do meu avô

Ontem foi aniversário do meu avô e o tempo foi tão corrido [acabou a moleza, voltei a trabalhar] que não consegui postar nada aqui para homenageá-lo. Mas olha que fofo que fizeram lá no trabalho dele [pois é o coroa ainda trabalha]:
(Eu, vovô e Rudá [pasmem, esse rapazinho é meu afilhado!]
ZÉ HIGINO MENINO
ZÉ HIGINO, NASCEU PEQUENINO
LÁ PRAS BANDAS DE TARAUCÁ
ZÉ HIGINO MENINO, CRESCEU E ESTUDOU
ESTUDOU E CRESCEU, VIROU DOUTOR
ZÉ HIGINO, MENINO E TRABALHADOR
JÁ FOI EMPREGADO, AUXILIAR E DIRETOR
SERVIU DE EMPRESÁRIO A GORVERNADOR
ZÉ, MENINO INTELIGENTE, TAMBÉM VIROU ESCRITOR
MAS ZÉ HIGINO MENINO, NÃO SE CONTENTOU
HOJE, VITORIOSO, CONQUISTOU O NOSSO AMOR.
(Por Detinha, em 30 de maio de 2008, pelos 79 anos do amigo José Higino)

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Sem tempo

Peço desculpas aos meus leitores. Estou sem tempo para atualizar. Prá quem interessar possa, consegui comer meu acarajé! Se alguém, assim como eu, tiver vontade de comer, tem uma banquinha em frente a gameleira, mas somente aos sábados e domingos. Não, eu não conheço a mulher e não estou fazendo propaganda!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Quero comer acarajé

Gente eu ando desejando comer um acarajé. O problema é que a única baiana que eu conhecia que vendia acarajé, costumava ficar na pracinha em frente a catedral, e essa pracinha tá fechada pra reforma.

Então se alguém ai sabe onde se vende acarajé aqui em Rio Branco (não precisa nem ser de baiana), por vafor, por favorzinho e por favorzão me avisem.

Grata.

PS.: Não estou grávida.

terça-feira, 20 de maio de 2008

A sombra do pé de jambo

Nos idos de antigamente ao lado da minha casa funcionavam o Jornal O Rio Branco e a Imprensa Oficial do Estado, mais conhecida como SERDA (Serviço de Divulgação do Estado do Acre). E não eram raras as vezes que eu presenciava prosas longas ou curtas na calçada da minha casa de pessoas como Zé Leite, Garibaldi Brasil ou Edson Martins.

Na frente da minha casa havia um enorme pé de jambo que fora plantado pelo meu avô. Essa árvore agraciava não só a nós aqui de casa, mas também, algumas pessoas que na sua sombra aproveitavam para gozar os intervalos de trabalho. A maioria dos freqüentadores vinha para fumar seus cigarros e muitos costumavam ‘filar’ o cafezinho da minha avó.

E nesse meio eu cresci. Costumava passear toda serelepe entre as máquinas do jornal. Ficava horas olhando a preparação da chapa. Às vezes eu até ajudava na construção de uma ou duas palavras, mas, criança inquieta que eu era logo me cansava. Além do mais, perto das máquinas tudo era muito quente e barulhento.

No SERDA foram poucas as vezes que por lá andei. Não sei pq, mas eu morria de medo do Edson Martins. Como antigamente não havia ar-condicionado, por lá se trabalhavam com as janelas abertas e sempre tinha duas ou mais pessoas batendo papo na janela tbm aproveitando para fumar seu cigarrinho.

Além dos intelectuais também conhecíamos em primeira mão as belas moças que participavam dos concursos de beleza aqui em Rio Branco. Por não ter um estúdio os fotógrafos costumavam pedir para usar a paisagem verde da minha casa como fundo das fotos das beldades.

Uma das coisas que me recordo muito bem é que o Zé Leite vivia numa guerra contra o cigarro. Ele fumava e fumava muito mas, vez ou outra resolvia parar. E nesse período de abstinência enchia os bolsos de balas de leite. E eu gostava do Zé, não só pela amizade que ele tinha com os meus avós, mas principalmente pq ele sempre me dava muitas das suas balas.

Enfim, o universo intelectual de Rio Branco daquela época era freqüentador da nossa calçada. Hoje não tem mais a sombra frondosa do nosso querido pé de jambo. Meu avô teve que cortar pq estava estragando a calçada. Nosso muro baixo que servia de banco para os fumantes, tbm foi trocado por uma grade bem mais alta que ele. O jornal O Rio Branco mudou de dono e de endereço. O SERDA não existe mais. O Zé Leite, o Edson Martins, o Garibaldi Brasil e minha vózinha já partiram dessa vida.

E agora só restam lembranças daquele tempo de muro baixo, sombra, cigarro e cafezinho. O zé virou prêmio, o Edson referência em crônica, o Garibaldi anfiteatro da Universidade Federal do Acre e minha vó saudade.

domingo, 18 de maio de 2008

Carinha de 24

Tirando a época da adolescência [que eu tinha vontade de ser mais velha], a minha idade nunca foi problema p mim. Só que hoje eu olho p minhas fotos [sim, eu adoro passar o tempo olhando fotografias] eu acho que minha imagem não combina com a idade que eu tenho.

Não que isso me incomode. Ao contrário. E também não to querendo dizer que eu me sinto velha. Claro que não. O que eu estou realmente querendo dizer é que eu tenho 34 com rostinho de 24.

Isso é que eu chamo de estar bem consigo mesma!

Bom, se a minha intenção era levantar a minha auto-estima, acho que consegui. [Será que de agora em diante esse blog vai ser de auto-ajuda p mim mesma?]

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Solteira por opção

Helena tinha 32 anos, antes de casar e ter seus dois filhos era bancária. Boa funcionária tinha grandes chances de crescimento no banco em que trabalhava. Porém, seguindo o pedido do marido resolveu deixar o trabalho de lado e se dedicar somente à linda família que haviam construído.

No começo, ela adorou a idéia de se dedicar exclusivamente aos filhos, ao marido e a casa. Com o tempo, Helena percebeu que começava a sentir falta da rotina que o trabalho no banco lhe proporcionava.

Os filhos já estavam estudando e a cada dia que passava, ficavam mais independentes dela. O marido pouco estava parando em casa. O trabalho consumia quase todo o seu tempo, o que o deixava muito ausente da família. Helena começava a se sentir infeliz.

Enquanto os filhos cresciam, o casamento esfriava. E quando ela completou 37 anos fez uma descoberta que iria mudar sua vida pra sempre. Helena descobriu que o marido tinha uma outra mulher. Descobriu também que a tal mulher estava grávida. Em pânico, ela não sabia o que fazer. Sair de casa, abandonar o marido e seguir sua vida em companhia de seus filhos ou deixar tudo como estava e fingir que nada sabia?

Nessa dúvida, um ano se passou. E nesse tempo ela conheceu Henrique. Por ele se apaixonou e decidiu que iria por fim ao casamento já fracassado. Seu marido, mesmo de caso e com filho de outra mulher, não reagiu muito bem à decisão de Helena. Olhou fundo em seus olhos e perguntou?

- Você tem quase 40 anos. Já está velha e ainda por cima tem dois filhos. Acha mesmo que alguém ainda vai te querer?

Helena sorriu, contou-lhe sobre Henrique e completou: - A traição dói não é mesmo? E com essa frase ela pôs fim ao casamento de 11 anos. Sentiu-se livre.

No entanto, a liberdade também lhe mostrou que Henrique não era seu homem certo. O gostoso do relacionamento dos dois era somente o fato de ser proibido. Quando puderam se encontrar sem se preocupar com horários, tudo perdeu a graça.

Ela agora estava sozinha. Se descobrindo livre e solteira.

* Por Jannice Dantas

O Frota já era

Estou aqui na frente da televisão assistindo a uma competição de dança do programa Hoje em dia. A competição é entre Alexandre Frota, Alexandre Barilari, Sheila Mello e Maria Candido. Como diria o pessoal do Te dou um dado, só sub-celebridade.

Mas eu quero comentar só sobre o Alexandre Frota. E o comentário é curto. Ele parecia uma menina, dançando com as mãozinhas no ar. O pior é que ele tava se achando!! Tadinho, depois de várias tentativas de exposição na mídia, seja de imagem de badboy, de filme pornô ou confusão com garotas de programas, parece que ele ainda não acordou que o tempo dele já eraaaaaaaaaaaaa [aquele qdo ele era casado com a Claudia Raia e fazia novela na Globo].

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Abuzinou, do verbo abuzinar?

Alguém por favor me segure pelo braço, me dê uma chacoalhada beeeeeem forte, olhe no meu olho e me diga que eu estou louca e com sérios problemas de audição. E principalmente, me diga que eu não ouvi o repórter (aquele mesmo da outra estória que eu contei aqui) dizer que a vítima ABUZINOU. E Não satisfeito ele repetiu três, eu disse, três vezes:

ABUZINOU...ABUZINOU...ABUZINOU.

Eu só posso acreditar em duas coisas: Ou ele quis combinar com os três por quês da Giselle. Ou faltou ele completar a frase: "Abuzinou... abuziou... abuzinou, um produto das Organizações Capivara. Eu agarantio. Seu Creysson... son...son...Agora com muito mais équio!"

terça-feira, 13 de maio de 2008

Seis coisas que eu quero

1) Ler um livro
2) Pintar o cabelo
3) Tomar chope sujo com os amigos
4) Acordar depois das oito horas da manhã
5) Assistir uma programação boa na TV aberta
6) Fazer o único trabalho que me foi passado na faculdade

A resposta

A mulher usa baton e o leão ruge.
(quer resposta mais besta?)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Adivinhação

Qual a diferença entre a mulher e o leão?

domingo, 11 de maio de 2008

Amor de mãe


Somente hoje consigo perceber a intensidade do amor de mãe. Hoje compreendo plenamente aquele olhar carinhoso, terno e cheio de orgulho que eu recebia só pq tinha acabado de entrar na sala.

Ser mãe é uma doação sem fim. Quando você acha que está amando tudo o que pode amar, vc percebe que seu amor cresceu mais um pouquinho, acompanhando o crescimento de seu filho. E não pensem que quando eles param de crescer o amor tbm para. Nada disso. Esse amor cresce cada dia. Nunca tem fim.

sábado, 10 de maio de 2008

Rapidinhas

* Hoje não foi um dia muito bom. Meu organismo veio com força mostrar que ainda tem muito o que recuperar.

* Pra passar o tempo resolvi assistir filme. Inimigo em casa foi um deles. Muito me lembrou aquela novela da Globo que acabou de ser reprisada, Coração de Estudante. Só que o que a globo levou meses para contar o filme resumiu em menos de 2 horas.

* Assisti tbm Turistas. Sem comentários.

* E prá chegar bem no fundo do poço assiti um filme que nem me lembro o nome, mas que era com Steven Seagal. Pense num cara macho e de sorte?!

* Não aguento mais o Antonio Fagundes gritando toda noite no meu ouvido. Parece que o Juvenal Antena acha que todo mundo tem problema de audição.

* Ainda continuo sem conseguir ler e agora escrever tbm tá ficando difícil. Afinal quanto mais se ler mais se tem vontade de escrever.

* Sem mais para o momento aguardo ansiosa o dia de amanhã para comemorar o dia das mães. Espero sinceramente não ganhar utensílios domésticos, aliás será que eu vou ganhar algum pressente?

sexta-feira, 9 de maio de 2008

É certo escrever errado?


Sabe aquelas regrinhas que a gente pena pra aprender lá na alfabetização? Pois é a moda agora entre os adolescentes é desaprender. Escrever tudo errado. O importante é que a palavra que vc escreva tenha o mesmo som da original [não esquecendo que tem q escrever errado].

A nova linguagem tem até nome, chama-se ‘tiops’. Eu fico pensando como se sentem os professores que com tanto esmero alfabetizaram esses adolescentes? Deve dar um desespero danado.

Imaginem vcs [meus três leitores assíduos] o trabalho que dá aprender pra depois desaprender? Até pq, como dizia minha vózinha, costume de casa vai à praça e quando menos se espera, numa hora que não pode, lá se está escrevendo errado, sem perceber é claro.

Eu, mãe de uma pré-adolescente de 12 anos pego no pé meeeeeesmo. E olha que ainda assim a danadinha vira e mexe ta escrevendo ‘tiops’. Abaixo um recadinho que ela deixou só pra me zoar.

"Um depoymento tiops p çenhora
Ty amuul"

Agora me digam, não é muito fácil escrever do jeito tradicional?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Batedeira de bolo?

Tá circulando na televisão uma propaganda do mundo dos plásticos para o dia das mães. Gente quando eu vi a mãe mega-ultra-feliz ao ganhar de presente uma batedeira de bolo eu tratei logo de avisar a minha filha que esse tipo de presente não faz a minha cabeça. Isso é utensílio doméstico, ou a gente ganha quando casa ou compra, mas ganhar de presente do dia das mães é de última.

15 dias depois...

Depois de exatos 15 dias, hoje eu sai de casa. Não foi nenhum passeio turístico, mas finalmente saí às ruas. O caminho foi curto, não deve ter sido nem duas quadras. Mas, os preparativos pareciam que era para uma grande festa.

Tomei um banho demorado, lavei os cabelos, sequei-os como de costume [escovando somente a franja, assim quem vê tem a impressão que o cabelo está todo escovado], fiz uma maquiagem leve mas, com direito a rímel e pó compacto [afinal eu precisava aparecer com uma aparência saudável].

Por fim, coloquei um vestido fresquinho e sai para o consultório médico a fim de tirar meus pontinhos herdados na cirurgia.

Quando finalmente chegou à hora tão esperada, sentei numa cadeira ultra-moderna, dessas que mais parece um elevador [pois, sobe, desce e vira maca somente apertando botões] e então, o mico teve início. Eu simplesmente entrei em pânico quando meu médico começou a baixar a cadeira para me deitar.

Ele, com toda a paciência do mundo pedia para eu me acalmar e eu histérica só sabia dizer: eu não vou conseguir... Eu não vou conseguir... Eu to com medo!

Mas, como boa criança que sou, bastou um pouco de conversa para ele me convencer.

Consegui descer o corpo junto com o encosto da cadeira, ele tirou meus pontos e voltei pra casa com a promessa de que quando completar um mês ele poderá ou não me liberar para que eu volte a trabalhar, estudar e quem sabe até tomar uns chopinhos.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Sem inspiração

Na minha falta de inspiração para escrever algum texto, clique aqui.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

A Giselle pergunta e eu respondo

No mês passado o coordenador do curso de jornalismo da minha faculdade foi lá na minha sala convidar todos os alunos para participarem de um debate com alguns jornalistas locais [que em sua maioria possuíam a prática, porém, não o diploma de jornalista].

Questionado por uma colega de sala se não seria interessante convidar algum teórico da área, nosso coordenador respondeu um tanto ríspido que teoria nós aprendíamos na sala. Que eles estavam querendo mostrar a prática.

Um dos convidados era um jornalista local que há pouco mais de um ano havia escrito em sua coluna que o Iesacre só formava jornalistas incompetentes e mulheres bonitas [esse comentário sobre mulheres bonitas se deu ao fato da Miss Acre que alcançou o segundo lugar no concurso nacional ser acadêmica de jornalismo do Iesacre].

Eu questionei se seria legal trazer para a faculdade uma pessoa que tinha esse tipo de preconceito para com os acadêmicos da Instituição. E novamente com rispidez ele disse que deveríamos dar a cara para bater. Ok. Eu não sou Jesus Cristo e esse negócio de dar o outro lado da face eu não curto muito. Por isso, mediante o tratamento um tanto grosseiro de nosso coordenador calamo-nos todos.

Optei em não ir a palestra. Preferi ficar em casa estudando para a prova que teríamos no outro dia. [aqui vale abrir um parênteses importante para dizer que estávamos na semana de provas e que naquele bendito dia a prova foi suspensa para que pudéssemos desfrutar de tão proveitosas palestras].

Além de não ir, tbm não procurei me informar de como foi. Porém algum tempo depois, em uma conversa informal com um professor ele me disse que achou um horror. Um jornalista que não tem nenhum curso superior, disse que não precisa de diploma, que era autodidata, que nossos professores e nada, eram as mesmas coisas. Faculdade? Faculdade não ensina nada! Ou seja, faculdade pra que se qq um pode se auto intitular jornalista?

Essa é a segunda vez que a coordenação do curso programa uma palestra onde o tiro sai pela culatra. Ano passado, ao fim de uma oficina foi proporcionado aos alunos que participaram uma palestra com a editora chefe de um jornal impresso local. Sabe o que ela disse? Que tava saindo do jornalismo, pq não agüentava mais. Tava partindo pra outra área, agora tava cursando direito pq jornalismo não dava em nada. Disse que o dono do jornal em que trabalha é um ditador, que ela não opina em nada e que se fossemos inteligentes podíamos trocar de curso enquanto ainda era tempo. Um show de incentivos né?

Eu já tinha até me esquecido dessas criaturas, mas ao passar pelo Blog da Giselle, vejo um questionamento de pq os jornalistas são tão queimados. Bom, eu acho que isso responde aos por quês dela.