Gente, eu transpiro e não é pouco. Odeio chegar nos lugares encharcada de suor e o que é pior, continuar com o suor transbordando. É terrível ter que cumprimentar as pessoas com a cara melecada de tanto suor.
O suor é para homens, afinal eles jogam futebol, trocam pneu de carro, instalam prateleiras e fazem o fogo para o churrasco. Vamos combinar que Deus quando criou a mulher deveria ter tirado da lista o suor né? Assim ficaríamos mais tempo fresquinhas e perfumadas.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Enquanto isso na hora do almoço
Enquanto eu cozinhava e a Júlinha arrumava a mesa para almoçarmos, rolou o seguinte diálgo:
Júlia: - Mãe, eu odeio essas crianças que se vestem iguais aos mc's e ‘pagam uma’ de rebelde. Odeio também esses meninos que cantam músicas, dizendo que estão sofrendo por amor, que estão apaixonados.
Eu: Calada, apenas escutando...
Júlia: - Você sabia que a gente só se apaixona de verdade depois dos 15 anos?
Eu: - Não.
Júlia: - Pois é, a gente só se apaixona depois dos 15 anos, esses caras nunca amaram de verdade. Eu nunca amei ninguém!
Eu: - E eu? Você não me ama?
Júlia: - Mãe eu te amo, mas não quero casar com você, né?
Júlia: - Mãe, eu odeio essas crianças que se vestem iguais aos mc's e ‘pagam uma’ de rebelde. Odeio também esses meninos que cantam músicas, dizendo que estão sofrendo por amor, que estão apaixonados.
Eu: Calada, apenas escutando...
Júlia: - Você sabia que a gente só se apaixona de verdade depois dos 15 anos?
Eu: - Não.
Júlia: - Pois é, a gente só se apaixona depois dos 15 anos, esses caras nunca amaram de verdade. Eu nunca amei ninguém!
Eu: - E eu? Você não me ama?
Júlia: - Mãe eu te amo, mas não quero casar com você, né?
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Casa de Leitura Chico Mendes
Foi entre a lama da chuva e casas humildes que de longe avistei uma casinha pequenina que mais parecia saída de algum conto de fadas. A cerquinha, a varanda, os cômodos, por dentro e ao seu redor tudo era perfeito.
Ela se chama Casa de Leitura Chico Mendes e fica no bairro de mesmo nome. Lá as crianças e adolescentes encontram contação de histórias, recreações, músicas, recital de poesias e filmes.
Dentro cada coisinha tem seu lugar. Os fantoches, os livros, os joguinhos. É tudo tão arrumado que quando me vi lá a primeira coisa que me veio a cabeça foi o Sítio do Pica Pau Amarelo. “Só falta a Dona Benta, Tia Nastácia, Narizinho, Pedrinho, Emília e o Visconde de Sabugosa”, pensei.
O ambiente é lúdico, mágico, especial. Realmente fiquei comovida com a dedicação das pessoas que lá trabalham e principalmente com o interesse pela leitura que foi despertado nas crianças. Crianças que preferem estar lá, a ficar brincando nas ruas.
Sabe quando você assiste nos desenhos animados as mocinhas rodando encantada com o que estão vendo? Assim aconteceu comigo. Na época em que fui lá, eu havia sido escalada para fazer uma matéria sobre o local, antes de ir dei uma pesquisada mais ou menos para saber o que era e tal e qual não foi minha surpresa ao encontrar um lugar tão aconchegante. As crianças ficam tão envolvidas na leitura que por lá não se ouve choros ou gritos, que são típicos dessa fase da idade.
Semana passada, um professor dentro da sala de aula fez a seguinte pergunta a minha turma de pós-graduação: O que nós temos de bom no Estado que podemos mostrar a população?
Bom, acho que a Casa de Leitura Chico Mendes é uma dessas coisas boas que podemos e temos que mostrar não só para a população acreana, mas, para todos, ‘quizá’ o mundo, ficasse sabendo que num bairro onde moram pessoas menos favorecidas socialmente, existe um lugarzinho encantado, que leva crianças para dentro do mundo da leitura. E que lá elas viajam mundo a fora sem sair do lugar.
Essa é uma das coisas que enche o peito da gente de orgulho. Poxa, quisera eu ter perto da minha casa, um lugar desse para minha filha freqüentar. Parabéns ao professor Gregório Filho, cabeça pensante e coração pulsante do projeto. Parabéns a coordenadora da casa, Maria Antônia, aliás, minha companheira de escola, dos tempos em que eu dava aula na educação infantil e parabéns ao Daniel Zen, presidente da Fundação Elias Mansour, que sabem tão grandemente, como zelar essa casa que mais parece saída do mundo da imaginação.
Ela se chama Casa de Leitura Chico Mendes e fica no bairro de mesmo nome. Lá as crianças e adolescentes encontram contação de histórias, recreações, músicas, recital de poesias e filmes.
Dentro cada coisinha tem seu lugar. Os fantoches, os livros, os joguinhos. É tudo tão arrumado que quando me vi lá a primeira coisa que me veio a cabeça foi o Sítio do Pica Pau Amarelo. “Só falta a Dona Benta, Tia Nastácia, Narizinho, Pedrinho, Emília e o Visconde de Sabugosa”, pensei.
O ambiente é lúdico, mágico, especial. Realmente fiquei comovida com a dedicação das pessoas que lá trabalham e principalmente com o interesse pela leitura que foi despertado nas crianças. Crianças que preferem estar lá, a ficar brincando nas ruas.
Sabe quando você assiste nos desenhos animados as mocinhas rodando encantada com o que estão vendo? Assim aconteceu comigo. Na época em que fui lá, eu havia sido escalada para fazer uma matéria sobre o local, antes de ir dei uma pesquisada mais ou menos para saber o que era e tal e qual não foi minha surpresa ao encontrar um lugar tão aconchegante. As crianças ficam tão envolvidas na leitura que por lá não se ouve choros ou gritos, que são típicos dessa fase da idade.
Semana passada, um professor dentro da sala de aula fez a seguinte pergunta a minha turma de pós-graduação: O que nós temos de bom no Estado que podemos mostrar a população?
Bom, acho que a Casa de Leitura Chico Mendes é uma dessas coisas boas que podemos e temos que mostrar não só para a população acreana, mas, para todos, ‘quizá’ o mundo, ficasse sabendo que num bairro onde moram pessoas menos favorecidas socialmente, existe um lugarzinho encantado, que leva crianças para dentro do mundo da leitura. E que lá elas viajam mundo a fora sem sair do lugar.
Essa é uma das coisas que enche o peito da gente de orgulho. Poxa, quisera eu ter perto da minha casa, um lugar desse para minha filha freqüentar. Parabéns ao professor Gregório Filho, cabeça pensante e coração pulsante do projeto. Parabéns a coordenadora da casa, Maria Antônia, aliás, minha companheira de escola, dos tempos em que eu dava aula na educação infantil e parabéns ao Daniel Zen, presidente da Fundação Elias Mansour, que sabem tão grandemente, como zelar essa casa que mais parece saída do mundo da imaginação.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Amigos sob o olhar de Machado de Assis
Recebi esse poema da minha amiga Karine por email. Segundo ela a autoria é de Machado de Assis. Achei lindo. Compartilho aqui com vocês:
BONS AMIGOS
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Bendito os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
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