Iupiiiiiiii!! Selinhos chegando! Esse eu ganhei da dona Jamylle.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Curtinhas
*** O cara resolve comprar um carro, sai de casa e volta com um corolla. Até aqui tudo bem, ponto pra ele. Mas depois, colocar três almofadinhas ‘fruque-fruque’ no tampão do carro, essa é de matar. Se quer ser brega, não compra um carro chique!
*** As mudanças no trânsito de Rio Branco, estão tão complexas que eu já ando me perdendo. Não estou reclamando. Tem lugares que realmente estavam merecendo essa mudança. O problema é justamente comigo, que levo essa vidinha acomodada de casa-trabalho-casa.
*** Ficar desempregada pra quem não tem secretária doméstica é terrível. Sem trabalho não tem desculpa para um almoço menos elaborado ou uma boa limpeza na casa.
*** As mudanças no trânsito de Rio Branco, estão tão complexas que eu já ando me perdendo. Não estou reclamando. Tem lugares que realmente estavam merecendo essa mudança. O problema é justamente comigo, que levo essa vidinha acomodada de casa-trabalho-casa.
*** Ficar desempregada pra quem não tem secretária doméstica é terrível. Sem trabalho não tem desculpa para um almoço menos elaborado ou uma boa limpeza na casa.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Chocolate, eu só quero chocolate
É tão bom se sentir querida!
Olha que fofo, o Andrey Cruz hoje me mandou dois sonhos de valsa.
Ele estuda com a minha filha lá no Colégio Vitória.
A vida com sabor de chocolate vale muito mais a pena.
Ganhei selinhos da Rebeca
A Rebeca é uma moça de 15 anos muito linda que escreve o Blog Confissões de Rebeca. O Blog dela está entre os 100 melhores do Brasil, segundo o site http://www.vejablog.com.br/.
E sendo ela uma das cem melhores, fiquei toda orgulhosa quando me mandou esses três selinhos dizendo que adora o meu Conversa de Calçada.
E sendo ela uma das cem melhores, fiquei toda orgulhosa quando me mandou esses três selinhos dizendo que adora o meu Conversa de Calçada.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Dia dos finados
Hoje é dia de homenagear nossos mortos. O ‘oba-oba’ do feriado não tem muito clima. Dia de finados é sempre muito quente e termina com chuva no final da tarde.
Os que perderam seus parentes há pouco tempo são sempre os mais tristes e sofridos que encontramos nos cemitérios.
Alguns pela primeira vez passam a realmente homenagear seus mortos, pois, até o ano passado tinham esse dia como mais um para aproveitar a vida junto aos amigos, com um churrasquinho e quem sabe uma cerveja gelada de acompanhante.
Meu primeiro dia de finados que valorizei intensamente, foi há três anos atrás, quando em outubro perdi minha vó. De lá para cá, sou presença confirmada em quase todos os cemitérios da cidade.
O ritual é sempre o mesmo. Acende uma vela pra um, reza pra outro, às vezes se assusta com a foto de um falecido que a gente nem sabia que tinha morrido, reclama do calor e depois tenta se proteger da chuva.
Filho chora a perda do pai, mãe não se conforma com a morte do filho, marido rezando pela alma da esposa. São muitas dores expostas nos olhares de cada um.
Histórias de vidas que foram enterradas. Amores eternos que foram para a eternidade. Conselhos que nunca mais serão ouvidos.
O abraço apertado, o beijo carinhoso, o olhar que diz tudo. Esses agora estão só nas lembranças de quem ainda está vivo. Quem disse eu te amo em vida, não se arrepende, quem não disse passa o resto dos dias se lamentando.
Enquanto umas famílias agradecem a Deus pelo descanso em paz, outras questionam a morte prematura, algumas até estúpidas. Mas todas rezam, oram, falam com Ele. Cada uma a seu modo, no seu tempo.
Alguns aproveitam pra faturar um troco e ajudar no orçamento de casa. Se dedicam a limpar os túmulos, vender flores, velas e águas. Brasileiro é assim, sempre dá um jeitinho de melhorar as coisas.
Eu sugiro muito protetor solar, chapéu pra proteger a cabeça, sombrinha na mão e Deus no coração. Velem seus mortos, rezem por eles, mas também respeitem seus vivos enquanto há tempo e vida.
Os que perderam seus parentes há pouco tempo são sempre os mais tristes e sofridos que encontramos nos cemitérios.
Alguns pela primeira vez passam a realmente homenagear seus mortos, pois, até o ano passado tinham esse dia como mais um para aproveitar a vida junto aos amigos, com um churrasquinho e quem sabe uma cerveja gelada de acompanhante.
Meu primeiro dia de finados que valorizei intensamente, foi há três anos atrás, quando em outubro perdi minha vó. De lá para cá, sou presença confirmada em quase todos os cemitérios da cidade.
O ritual é sempre o mesmo. Acende uma vela pra um, reza pra outro, às vezes se assusta com a foto de um falecido que a gente nem sabia que tinha morrido, reclama do calor e depois tenta se proteger da chuva.
Filho chora a perda do pai, mãe não se conforma com a morte do filho, marido rezando pela alma da esposa. São muitas dores expostas nos olhares de cada um.
Histórias de vidas que foram enterradas. Amores eternos que foram para a eternidade. Conselhos que nunca mais serão ouvidos.
O abraço apertado, o beijo carinhoso, o olhar que diz tudo. Esses agora estão só nas lembranças de quem ainda está vivo. Quem disse eu te amo em vida, não se arrepende, quem não disse passa o resto dos dias se lamentando.
Enquanto umas famílias agradecem a Deus pelo descanso em paz, outras questionam a morte prematura, algumas até estúpidas. Mas todas rezam, oram, falam com Ele. Cada uma a seu modo, no seu tempo.
Alguns aproveitam pra faturar um troco e ajudar no orçamento de casa. Se dedicam a limpar os túmulos, vender flores, velas e águas. Brasileiro é assim, sempre dá um jeitinho de melhorar as coisas.
Eu sugiro muito protetor solar, chapéu pra proteger a cabeça, sombrinha na mão e Deus no coração. Velem seus mortos, rezem por eles, mas também respeitem seus vivos enquanto há tempo e vida.
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