segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Não é piada

No final do ano passado eu deixei o número do meu telefone em uma loja de roupas íntimas para que me telefonassem assim que chegasse um modelo de sutiã que eu estava querendo. Sete meses depois, meu telefone toca, atendo e uma moça do outro lado da linha se identifica como sendo funcionária da loja e diz que o sutiã que eu queria chegou. Prá falar a verdade eu não me lembrava muito bem qual era o tal modelo, afinal, sete meses não são sete dias, mesmo assim resolvi ir até a loja. Afinal se há sete meses eu queria comprar, com certeza tbm iria querer comprar agora. Na época deixei além do número do telefone, o tamanho que visto e tbm o modelo que eu queria. Agora vamos ao diálogo e vcs tirem suas próprias conclusões.

- Oi, vcs me telefonaram dizendo que chegou um sutiã que eu tava querendo. Meu o nome é Jannice.

- Isso, nós ligamos.

- Ok, eu gostaria de ver.

(momento de espera...)

- Mas esse é pequeno, eu quero um tamanho 44.

- 44 nós não temos.

- Hã?

Emoções

Sinto tanto que eu só tenha vindo a conhecer um pouco de Dorival Cayme agora que ele faleceu (e justamente pelo fato de ele ter falecido). Claro que eu sabia que existia um cantor e compositor que se chamava Dorival Cayme, também tinha conhecimento de seus filhos (que ao que parece são todos cantores) e de algumas de suas músicas. Mas, me apaixonei por ele quando soube que ele teve um único grande amor e com ele se casou e teve filhos. Construiu sua vida ao lado desse amor e foi por ele que Dorival lutava ferozmente contra um câncer há muitos anos. E foi justamente a ausência desse amor que o levou a desistir da vida. Sua esposa entrou em coma e ele não suportou a saudade. Parece estória de cinema.

***

Comoção total com o Diego Hipólito. ‘Tadinho’. Treinou tanto. Teve que fazer uma cirurgia conseguiu se recuperar e ai, bem na hora final da apresentação ele cai. A cara dele de frustração e choro me emocionou muito e junto com ele eu chorei.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Sábio conselho

Esse email já passou por minha caixa postal várias vezes. Todas elas eu li e depois apaguei. Hoje resolvi fazer diferente e vou compartilhar com meus poucos leitores, alguns, amigos de longas jornadas outros de curtas caminhadas e ha também, aqueles que não conheço mas que por força do google passam por aqui. Leiam:

Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido,bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre avida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

- Nunca esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles, faça coisas com eles; telefone para eles...

Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos.

Na medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre um homem, amigos são baluartes de sua vida.

Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:

O Tempo passa. A vida acontece. A distância separa. As crianças crescem. Os empregos vão e vêem. O amor fica mais frouxo. As pessoas não fazem o que deveriam fazer. O coração se rompe. Os pais morrem. Os colegas esquecem os favores. As carreiras terminam. MAS, os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês. Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Acesso livre

Em cidade pequena acontece cada coisa que parece duas. No mês de julho Rio Branco respira o mundo country. Durante oito dias o assunto da cidade é a EXPOACRE, uma espécie de feira de agronegócios. Quem não montou sua barraquinha, está fazendo bico ou passeando por lá durante esse período.

Uma cavalgada marca a abertura da EXPOACRE. Nessa cavalgada cada comitiva se prepara para ser a melhor. Além dos tradicionais cavalos também vão muitos caminhões, transportando algumas das comitivas. Cada comitiva faz sua camisa para diferenciá-la das demais. Para isso o componente paga um valor que também está embutido o preço das cervejas, da alimentação, do aluguel do caminhão, do som, da decoração, enfim...

Ocorre que uma certa pessoa que faz parte da imprensa local, se sentiu ofendida ao ser solicitado que ela se retirasse de um desses caminhões pq não havia pago o valor que todas as demais pessoas dentro do caminhão haviam pago.

Comentários rolaram dos quatro cantos da cidade. Alguns sem pé nem cabeça:

1) Aquilo era uma festa pública, ela não poderia ser expulsa do caminhão.

Meu comentário é o seguinte: Aquilo realmente era uma festa pública, mas, FORA do caminhão pra lá. DENTRO do caminhão é outra estória, só entra quem paga.

2) Ela é da imprensa, poderia ficar.

Minha opinião: Só aqui no Acre mesmo que imprensa tem acesso livre. Nas outras cidades do Brasil ela só entra quando é convidada. Além do mais, pelo que sei não se bebe em trabalho e a tal pessoa já estava tão à vontade dentro do caminhão que já estava até tomando umas latinhas de cerveja (que, aliás, diga-se de passagem , ela fez ‘questão’ de pagar, mas o que a pessoa não entendeu é que nesse caminhão não se vendia cerveja, as cervejas eram dadas a todos os membros que pagaram 80 reais pela camiseta, que aliás era essencial para se estar lá dentro, coisa que a pessoa da imprensa não tinha, mas se achou no direito de usufruir justamente por ser da imprensa. Desse jeito eu to bem na fita pq final do ano estou me formando em jornalismo, logo os eventos culturais não mais abalarão meu bolso.

Gente, vcs acreditam que isso gerou até notinha em coluna social? Bem fez a diretoria dessa comitiva que deu calado como resposta.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Buááá

Tbm ganhei selinho do Fred, mas continuo sem conseguir postar aqui. Breve colocarei p vcs verem.