
quinta-feira, 19 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
Eu, Murilo Rubião e nossos contos
Eu e Murilo Rubião temos duas coisas em comum. A primeira é gostar de escrever contos e a segunda é a de estar sempre relendo os textos e muitas vezes aperfeiçoando-os. Eu adoro ler e reler meus textos e sempre que faço isso encontro algo que pode ser escrito de forma diferente ou mesmo que precisa ser consertado, pois tem problemas de digitação ou até mesmo de concordância.
O Murilo Rubião é autor de diversos contos que trazem como marca principal situações inexplicáveis, surreais, características do chamado realismo fantástico. Entre eles O pirotécnico Zacarias e o Convidado.
Em seus contos, tais situações servem de metáfora aos absurdos e aos dramas da existência humana.
Eu não escrevo realismo fantástico. Eu gosto de escrever mesmo é sobre o dia-a-dia, sobre a vida real, sobre o que machuca ou o que alegra. Meus contos só servem de metáforas para meus próprios dramas ou de pessoas que estão a minha volta.
O Murilo Rubião é autor de diversos contos que trazem como marca principal situações inexplicáveis, surreais, características do chamado realismo fantástico. Entre eles O pirotécnico Zacarias e o Convidado.
Em seus contos, tais situações servem de metáfora aos absurdos e aos dramas da existência humana.
Eu não escrevo realismo fantástico. Eu gosto de escrever mesmo é sobre o dia-a-dia, sobre a vida real, sobre o que machuca ou o que alegra. Meus contos só servem de metáforas para meus próprios dramas ou de pessoas que estão a minha volta.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
A morte ainda me choca
Mesmo sabendo que a única certeza da vida é a de que todos vamos morrer, a morte ainda me choca!
Ontem no final da tarde fui tomar um tacacá e percebi que a foto de um rapazinho que sempre me atendia estava pregada de forma que todos os clientes pudessem ver.
O fato da foto e não do rapaz estar lá me chamou a atenção. Fui me informar e me disseram que ele havia falecido em um acidente.
Eu não tinha intimidade nenhuma com o rapaz, não sei nem seu nome, mas passei o resto do dia pensando nisso, um rapaz tão jovem, cheio de vida...
Ontem no final da tarde fui tomar um tacacá e percebi que a foto de um rapazinho que sempre me atendia estava pregada de forma que todos os clientes pudessem ver.
O fato da foto e não do rapaz estar lá me chamou a atenção. Fui me informar e me disseram que ele havia falecido em um acidente.
Eu não tinha intimidade nenhuma com o rapaz, não sei nem seu nome, mas passei o resto do dia pensando nisso, um rapaz tão jovem, cheio de vida...
quinta-feira, 5 de junho de 2008
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