quinta-feira, 8 de maio de 2008
Batedeira de bolo?
Tá circulando na televisão uma propaganda do mundo dos plásticos para o dia das mães. Gente quando eu vi a mãe mega-ultra-feliz ao ganhar de presente uma batedeira de bolo eu tratei logo de avisar a minha filha que esse tipo de presente não faz a minha cabeça. Isso é utensílio doméstico, ou a gente ganha quando casa ou compra, mas ganhar de presente do dia das mães é de última.
15 dias depois...
Depois de exatos 15 dias, hoje eu sai de casa. Não foi nenhum passeio turístico, mas finalmente saí às ruas. O caminho foi curto, não deve ter sido nem duas quadras. Mas, os preparativos pareciam que era para uma grande festa.
Tomei um banho demorado, lavei os cabelos, sequei-os como de costume [escovando somente a franja, assim quem vê tem a impressão que o cabelo está todo escovado], fiz uma maquiagem leve mas, com direito a rímel e pó compacto [afinal eu precisava aparecer com uma aparência saudável].
Por fim, coloquei um vestido fresquinho e sai para o consultório médico a fim de tirar meus pontinhos herdados na cirurgia.
Quando finalmente chegou à hora tão esperada, sentei numa cadeira ultra-moderna, dessas que mais parece um elevador [pois, sobe, desce e vira maca somente apertando botões] e então, o mico teve início. Eu simplesmente entrei em pânico quando meu médico começou a baixar a cadeira para me deitar.
Ele, com toda a paciência do mundo pedia para eu me acalmar e eu histérica só sabia dizer: eu não vou conseguir... Eu não vou conseguir... Eu to com medo!
Mas, como boa criança que sou, bastou um pouco de conversa para ele me convencer.
Consegui descer o corpo junto com o encosto da cadeira, ele tirou meus pontos e voltei pra casa com a promessa de que quando completar um mês ele poderá ou não me liberar para que eu volte a trabalhar, estudar e quem sabe até tomar uns chopinhos.
Tomei um banho demorado, lavei os cabelos, sequei-os como de costume [escovando somente a franja, assim quem vê tem a impressão que o cabelo está todo escovado], fiz uma maquiagem leve mas, com direito a rímel e pó compacto [afinal eu precisava aparecer com uma aparência saudável].
Por fim, coloquei um vestido fresquinho e sai para o consultório médico a fim de tirar meus pontinhos herdados na cirurgia.
Quando finalmente chegou à hora tão esperada, sentei numa cadeira ultra-moderna, dessas que mais parece um elevador [pois, sobe, desce e vira maca somente apertando botões] e então, o mico teve início. Eu simplesmente entrei em pânico quando meu médico começou a baixar a cadeira para me deitar.
Ele, com toda a paciência do mundo pedia para eu me acalmar e eu histérica só sabia dizer: eu não vou conseguir... Eu não vou conseguir... Eu to com medo!
Mas, como boa criança que sou, bastou um pouco de conversa para ele me convencer.
Consegui descer o corpo junto com o encosto da cadeira, ele tirou meus pontos e voltei pra casa com a promessa de que quando completar um mês ele poderá ou não me liberar para que eu volte a trabalhar, estudar e quem sabe até tomar uns chopinhos.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
A Giselle pergunta e eu respondo
No mês passado o coordenador do curso de jornalismo da minha faculdade foi lá na minha sala convidar todos os alunos para participarem de um debate com alguns jornalistas locais [que em sua maioria possuíam a prática, porém, não o diploma de jornalista].
Questionado por uma colega de sala se não seria interessante convidar algum teórico da área, nosso coordenador respondeu um tanto ríspido que teoria nós aprendíamos na sala. Que eles estavam querendo mostrar a prática.
Um dos convidados era um jornalista local que há pouco mais de um ano havia escrito em sua coluna que o Iesacre só formava jornalistas incompetentes e mulheres bonitas [esse comentário sobre mulheres bonitas se deu ao fato da Miss Acre que alcançou o segundo lugar no concurso nacional ser acadêmica de jornalismo do Iesacre].
Eu questionei se seria legal trazer para a faculdade uma pessoa que tinha esse tipo de preconceito para com os acadêmicos da Instituição. E novamente com rispidez ele disse que deveríamos dar a cara para bater. Ok. Eu não sou Jesus Cristo e esse negócio de dar o outro lado da face eu não curto muito. Por isso, mediante o tratamento um tanto grosseiro de nosso coordenador calamo-nos todos.
Optei em não ir a palestra. Preferi ficar em casa estudando para a prova que teríamos no outro dia. [aqui vale abrir um parênteses importante para dizer que estávamos na semana de provas e que naquele bendito dia a prova foi suspensa para que pudéssemos desfrutar de tão proveitosas palestras].
Além de não ir, tbm não procurei me informar de como foi. Porém algum tempo depois, em uma conversa informal com um professor ele me disse que achou um horror. Um jornalista que não tem nenhum curso superior, disse que não precisa de diploma, que era autodidata, que nossos professores e nada, eram as mesmas coisas. Faculdade? Faculdade não ensina nada! Ou seja, faculdade pra que se qq um pode se auto intitular jornalista?
Essa é a segunda vez que a coordenação do curso programa uma palestra onde o tiro sai pela culatra. Ano passado, ao fim de uma oficina foi proporcionado aos alunos que participaram uma palestra com a editora chefe de um jornal impresso local. Sabe o que ela disse? Que tava saindo do jornalismo, pq não agüentava mais. Tava partindo pra outra área, agora tava cursando direito pq jornalismo não dava em nada. Disse que o dono do jornal em que trabalha é um ditador, que ela não opina em nada e que se fossemos inteligentes podíamos trocar de curso enquanto ainda era tempo. Um show de incentivos né?
Eu já tinha até me esquecido dessas criaturas, mas ao passar pelo Blog da Giselle, vejo um questionamento de pq os jornalistas são tão queimados. Bom, eu acho que isso responde aos por quês dela.
Questionado por uma colega de sala se não seria interessante convidar algum teórico da área, nosso coordenador respondeu um tanto ríspido que teoria nós aprendíamos na sala. Que eles estavam querendo mostrar a prática.
Um dos convidados era um jornalista local que há pouco mais de um ano havia escrito em sua coluna que o Iesacre só formava jornalistas incompetentes e mulheres bonitas [esse comentário sobre mulheres bonitas se deu ao fato da Miss Acre que alcançou o segundo lugar no concurso nacional ser acadêmica de jornalismo do Iesacre].
Eu questionei se seria legal trazer para a faculdade uma pessoa que tinha esse tipo de preconceito para com os acadêmicos da Instituição. E novamente com rispidez ele disse que deveríamos dar a cara para bater. Ok. Eu não sou Jesus Cristo e esse negócio de dar o outro lado da face eu não curto muito. Por isso, mediante o tratamento um tanto grosseiro de nosso coordenador calamo-nos todos.
Optei em não ir a palestra. Preferi ficar em casa estudando para a prova que teríamos no outro dia. [aqui vale abrir um parênteses importante para dizer que estávamos na semana de provas e que naquele bendito dia a prova foi suspensa para que pudéssemos desfrutar de tão proveitosas palestras].
Além de não ir, tbm não procurei me informar de como foi. Porém algum tempo depois, em uma conversa informal com um professor ele me disse que achou um horror. Um jornalista que não tem nenhum curso superior, disse que não precisa de diploma, que era autodidata, que nossos professores e nada, eram as mesmas coisas. Faculdade? Faculdade não ensina nada! Ou seja, faculdade pra que se qq um pode se auto intitular jornalista?
Essa é a segunda vez que a coordenação do curso programa uma palestra onde o tiro sai pela culatra. Ano passado, ao fim de uma oficina foi proporcionado aos alunos que participaram uma palestra com a editora chefe de um jornal impresso local. Sabe o que ela disse? Que tava saindo do jornalismo, pq não agüentava mais. Tava partindo pra outra área, agora tava cursando direito pq jornalismo não dava em nada. Disse que o dono do jornal em que trabalha é um ditador, que ela não opina em nada e que se fossemos inteligentes podíamos trocar de curso enquanto ainda era tempo. Um show de incentivos né?
Eu já tinha até me esquecido dessas criaturas, mas ao passar pelo Blog da Giselle, vejo um questionamento de pq os jornalistas são tão queimados. Bom, eu acho que isso responde aos por quês dela.
domingo, 4 de maio de 2008
Ronaldinho
Ta bom, eu tinha dito p mim mesma que não iria tocar nesse assunto do Ronaldo com as travecas, mas vamos combinar que o cara tem carisma!?
Eu tava super decepcionada com ele, mas bastou uma entrevista bobinha no Fantástico, ele pedindo desculpas e dizendo que é um ser humano normal com defeitos e virtudes como todo mundo que eu já fiquei toda compadecida.
Eu tava super decepcionada com ele, mas bastou uma entrevista bobinha no Fantástico, ele pedindo desculpas e dizendo que é um ser humano normal com defeitos e virtudes como todo mundo que eu já fiquei toda compadecida.
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