terça-feira, 4 de março de 2008

Como assim acabou?


Marian Keyes está super na moda. Pra quem não conhece ela é a autora dos livros Melancia, É agora ou nunca, Sushi e outros, todos best sellers. Eu gosto de ler seus livros. Embora eles me mostrem que mesmo que eu me ache super moderna e despida de preconceitos não consigo encarar com bons olhos certos comportamentos de seus personagens.

As estórias são bem escritas e nos proporcionam uma leitura agradável. Mas o final... o final dos livros são sinceramente decepcionantes. Tudo termina como se ainda houvesse muito a ser contado. E embora eu fique louca pra terminar de ler quando chego ao final, me dá um vazio. É como se faltasse algo a ser dito, como se faltasse um último capítulo. Claro que essa é minha opinião e não expressa a de mais ninguém além da minha própria.

Um andar a mais

Eureca!! Eu não descobri a pólvora, mas, fiz uma descoberta fantástica também. Descobri que trabalho no quinto e não no quarto andar como todos falam. Como cheguei a essa conclusão? Fácil explicar! Para eu chegar no que todos chamam de primeiro andar eu preciso subir dois lances de escadas, logo, o primeiro andar é o segundo; o segundo o terceiro e assim por diante!

Sushi - parte II

E quer saber mais? Por incrível que pareça eu ando com vontade de comer sushi de novo e pasmem: já combinei de ir! Não vai ser 40 reais e nem uma vontade insuportável de desmaiar que vão me intimidar. O Sushi que me aguarde!

Descobriram que o Djavan existe

Eu gosto do Djavan, gosto mesmo e gosto muito. Mas nunca escutei tanto suas músicas quanto nesse período que antecede ao show que ele dará essa semana aqui em Rio Branco. Parece que as rádios finalmente o descobriram ou então estão de acordo com os responsáveis pelo evento e tão bancando uma “certa publicidade”. Já to até imaginando que no final do mês a bola da vez vai ser o Roupa Nova.

Made in Bolívia?

Ontem finalmente ouvi uma certa pessoa dizer que tinha o raciocínio lento! Mas ela é inteligente sim, o problema é que a inteligência dela só funciona quando o assunto é futilidade. Ai sim, ela solta o verbo, mas na hora de colocar em prática acho que a ‘bichinha’ se enrola um pouco, pq nunca vi mais cafona. Com as cores extravagantes que ela adora usar, acho que faria bastante sucesso na Bolívia!